Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6712056969717022

CV resumido:

Professora adjunta de Estudos de Mídia da UFF. Doutora e mestre em comunicação pelo PPGCOM/UFF, com doutorado-sanduíche pela McGill University. Graduada em Jornalismo na UFPE e pós-doutorado realizado no PPGH/UERJ. Foi professora e coordenadora adjunta de Jornalismo da FACHA, professora da Gama Filho e de Comunicação Social da UERJ. Desenvolve pesquisa sobre audiovisual e novas mídias, entretenimento, história das mídias e novas linguagens midiáticas.

Interesses de orientação

– Estudos e análise de produtos televisivos
– Audiovisual e cultura sonora
– Desenhos Animados e animação
– Produtos audiovisuais infantis
– Produtos audiovisuais não-hegemônicos
– Circuitos comunicativos não centrais

Projeto de pesquisa

O projeto objetiva fazer um mapeamento dos gêneros televisivos encontrados YouTube, de modo a compreender de que maneira esse conteúdo se relaciona com o site e quais as principais reconfigurações pelas quais esses gêneros estão passando. Uma das consequências da cartografia é desenvolver uma metodologia de análise que dê conta do YouTube percebido como espaço que reúne uma enorme quantidade de material em constante atualização. O corpus compreende os gêneros encontrados na TV brasileira e a forma como se desenvolvem nos espaços em português do YouTube.

Publicações

LIVROS

HOLZBACH, A. D.; REIS, M. J. C. (Org.) . TeleVisões: reflexões para além da TV. 1. ed. Rio de Janeiro: E-Papers, 2018. v. 1. 210p .

HOLZBACH, A. D.. A invenção do videoclipe: a história por trás da consolidação de um gênero audiovisual. 1. ed. Curitiba: Appris, 2016. v. 1. 236p.

CAPÍTULOS DE LIVROS

CAMPOS, C. ; HOLZBACH, A. D. . Internet e visibilidade: mapeamento de influenciadoras digitais negras e representatividade no YouTube. In: Jhessica Reia, Pedro Augusto P. Francisco, Bruna Castanheira de Freitas e Pedro N. Mizukami. (Org.). Da televisão ao YouTube: influenciadores, audiência e normas. 1ed.Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2019, v. 1, p. 93-112.

HOLZBACH, A. D.. MTV and the Remediation of FM Radio. In: Morten Michelsen, Mads Krogh, Steen Kaargaard Nielsen, Iben Have. (Org.). Music Radio. 1ed.New York: Bloomsbury, 2018, v. , p. 1-2.

FALCÃO, T. ; HOLZBACH, A. D. . É hora de aventura! Notas para uma discussão teórica acerca dos desenhos animados. In: Ariane Holzbach; Mayka Catellano. (Org.). TeleVisões: reflexões para além da TV. 1ed.: E-Papers, 2018, v. 1, p. 175-194.

DORNELLES, W. S. ; HOLZBACH, A. D. . Representação negra nos desenhos animados no Brasil pós-colonial. In: Chalini Torquato Gonçalves de Barros; Fernanda Ariane Silva Carrera. (Org.). Mídia e Diversidade: caminhos para reflexão e resistência. 1ed.João Pessoa: Xeróca, 2018, v. 1, p. 411-430.

HOLZBACH, A. D.; VASCONCELLOS, R. R. . É comida? O papel social dos suplementos alimentares. In: Marcelo Garson e Shirley Torquato. (Org.). Alimentação e Ciências Sociais: perspectivas contemporâneas. 1ed.Rio de Janeiro: Autografia Editora, 2018, v. 1, p. 1-16.

HOLZBACH, A. D.; SANTOS, M.; EVANGELISTA, S.; OLIVEIRA, T. . Heavy Metal X Funk: disputas de gênero na cultura pop a partir do canal Mamilos Molengas. In: Simone Pereira de Sá; Rodrigo Carreiro; Rogerio Ferraz. (Org.). Cultura pop. 1ed.Salvador: EDUFBA, 2015, v., p. 131-150.

ARTIGOS

HOLZBACH, A. D.; DORNELLES, W. S. Definição pela exclusão: apontamentos iniciais sobre os limites conceituais dos programas infantis. MÍDIA E COTIDIANO, v. 14, p. 117-132, 2020.

HOLZBACH, A. D.; NANTES, J. D.; FERREIRINHO, G. . Existe espaço para as crianças na televisão! A presença da programação infantil na TV aberta mundial. COMUNICACAO, MIDIA E CONSUMO (ONLINE), v. 17, p. 244-267, 2020.

OLIVEIRA, T. ; HOLZBACH, A. D.; GROHMANN, R. ; TAVARES, C. . E se os editores de revistas científicas parassem? A precarização do trabalho acadêmico para além da pandemia. REVISTA CONTRACAMPO, v. 39, p. 2-14, 2020.

HOLZBACH, A. D. Eles cresceram tão rápido: o Cartoon Network em diálogo com o desenho brasileiro Irmão do Jorel. MATRIZES (ONLINE), v. 13, p. 211-229, 2019.

Melo da Silva, C.; HOLZBACH, A. D. . Espectatorialidade comentada no YouTube: um estudo comparado sobre a recepção de webséries. REVISTA GEMINIS, v. 9, p. 40-51, 2019.

HOLZBACH, A. D. Para pequenos grandes espectadores: a produção televisiva brasileira direcionada a crianças pequenas a partir do caso da Galinha Pintadinha. E-COMPÓS (BRASÍLIA), p. 1-22, 2018.

HOLZBACH, A. D. A categoria Video of the Year do VMA como construtora das convenções do videoclipe. REVISTA FAMECOS (ONLINE), v. 24, p. 24311, 2017.

HOLZBACH, A. D. A comida como chef de um formato televisivo: MasterChef Brasil versus MasterChef Colômbia. COMUNICACAO, MIDIA E CONSUMO (ONLINE), v. 14, p. 131, 2017.

SILVA, C. M. ; HOLZBACH, A. D. Eles chegaram como uma bola de demolição: YouTube, spoofs e o videoclipe Wrecking Ball. Temática – Revista eletrônica de publicação mensal, v. 1, p. 97-113, 2017.

HOLZBACH, A. D. Ôôhhh tempinho bom!!?: Videoclipes no Youtube e a reconfiguração do rock nacional dos anos 80. Logos (UERJ. Impresso), v. 22, p. 36-53, 2015. http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/logos/article/view/19553

HOLZBACH, A. D.; SANTOS, M.; EVANGELISTA, S.; OLIVEIRA, T. Heavy Metal X Funk: disputas de gênero na cultura pop a partir do canal Mamilos Molengas. In: Simone Pereira de Sá; Rodrigo Carreiro; Rogerio Ferraz. (Org.). Cultura pop. 1ed.Salvador: EDUFBA, 2015, v, p. 131-150.

HOLZBACH, A. D.. O Video Music Awards e a consolidação do videoclipe como gênero. Revista Fronteiras (Online), v. 16, p. 91-103, 2014. http://revistas.unisinos.br/index.php/fronteiras/article/view/fem.2014.162.03

HOLZBACH, A. D. Convergência na cultura musical: O videoclipe como sintoma da “revolução” analógica dos anos 80. Contemporânea (UFBA. Online), v. 12, p. 340-359, 2014. http://www.portalseer.ufba.br/index.php/contemporaneaposcom/article/viewFile/9955/8816

HOLZBACH, A. D.. MTV: a remediação da rádio FM na construção de um canal musical de televisão. Galáxia (São Paulo. Online), v. 12, p. 265-278, 2012. http://revistas.pucsp.br/index.php/galaxia/article/view/10354/9459

HOLZBACH, A. D.. 007 a favor do videoclipe: as sequências de abertura dos filmes de James Bond como experiência sonora e visual. In: Simone Pereira de Sá e Fernando Morais da Costa (orgs). (Org.). Som + Imagem. 1ed.Rio de Janeiro: 7 Letras, 2012, v. , p. 125-142.

HOLZBACH, A. D. O Gorillaz é uma banda “de mentira”? Uma discussão sobre o papel das bandas virtuais na música massiva. E-Compós (Brasília), v. 13, p. 1-17, 2010.

SA, Simone Pereira de; HOLZBACH, A. D. #u2youtube e a performance mediada por computador. Galáxia (São Paulo. Online), v. 10, p. 146-160, 2010. http://revistas.pucsp.br/index.php/galaxia/article/view/3429/3294

HOLZBACH, A. D.; Marildo José Narcolini. Videoclipe em tempo de reconfigurações. Revista FAMECOS (Online), v. 1, p. 50-56, 2009. http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/revistafamecos/article/viewFile/5841/4235

Orientações em andamento

Mestrado

Claudio José Silva Lima Junior. “Disputas de narrativas: outros olhares para as representações das masculinidades negras”. (2021)
Igor Nunes Campos. “O processo de criação da teledramaturgia guiado pelos índices do ibope. Representação social e identidade”. (2020)
Isabella Verran Pimentel. “O Ativismo Estético no Trabalho do Diretor Felipe Sassi: Resgate da Imagem Periférica Através do Potencial de Identificação”. (2022)
Izabel Dos Anjos Raphael. “De Michael Jackson a Anitta – a representação das favelas cariocas nos videoclipes”. (2020)
Pedro Henrique Alves Silva. “Como um passeio na montanha-russa: um estudo dos seriados norte-americanos infanto-juvenis de terror da década de 1990”. (2020)

Doutorado

Arthur Felipe de Oliveira Fiel. “DESVENDANDO SEUS ENCANTOS –análise da evolução estético-narrativa nos conteúdos audiovisuais infantis”. (2021)
Cristiane Cardoso Campos. “A Estética do Oprimido negra como processo de criação e produção de sentido do coletivo Siyanda de cinema negro”. (2020)
Jackeline da Costa. “Disputas narrativas: ancestralidade e mercado nos desenhos animados infantis”. (2022)
Joelton Barboza da Silva. “A construção da identidade do jovem através do consumo de séries e telenovelas”. (2021)
Pedro Cezar Duarte Guimarães. “Instagram e o arquivo audiovisual analógico: adaptações, memória e desafios do caso Fundação Arquivo Nacional”. (2021)
Wagner Dos Santos Dornelles. “Monumentos do futuro: Censura no conteúdo infantil pelo uso das telas”. (2019)

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