E-mail: paulasibilia@gmail.com
Site: http://www.paulasibilia.com
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/5318250490460865
Linhas de pesquisa: Estéticas e Tecnologias da Comunicação;
Grupos de pesquisa: Grupo “Imagem, corpo e subjetividade” e Rede Internacional de Pesquisa ARTEMIDIA
Link no site do CNPq: http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhepesq.jsp?pesq=5318250490460865

 

CV resumido

Fez graduação em Comunicação e em Antropologia na Universidade de Buenos Aires (UBA), mestrado em Comunicação (UFF), doutorado em Saúde Coletiva (IMS-UERJ) e em Comunicação e Cultura (ECO-UFRJ). Em 2012 fez um pós-doutorado na Université Paris VIII, França, com bolsa da CAPES; e, em 2019, fez outro na Universidad de Buenos Aires (UBA), Argentina. É bolsista do CNPq e da FAPERJ.

 

Interesses de orientação

1) Imagens e práticas corporais na cultura contemporânea.
2) Estudos genealógicos das construções corporais e subjetivas.
3) Influência das artes e das mídias na produção de subjetividade.
4) Análises das relações entre tecnologias, corpos e subjetividades em diversas épocas.
5) Influência das tecnologias digitais nas subjetividades, nos corpos e na sociabilidade contemporânea.

 

Projeto de pesquisa

Genealogia da obscenidade:

Da pornificação do olhar à politização da nudez

Este projeto analisa certos deslocamentos na definição de obscenidade. Enquanto as imagens de nudez e às alusões à sexualidade explícita se multiplicam na paisagem midiática e artística contemporânea, cresce a tendência a reprovar somente algumas delas por serem “indecentes” em novos sentidos, reivindicando uma “pureza” corporal de novo cunho. Nesse campo de batalha há inúmeras resistências e contradições, que parecem surgir da transformação histórica dos corpos em imagens.

 

Publicacões

O show do eu: A intimidade como espetáculo.
https://www.contrapontoeditora.com.br/produto.php?id=10006

 O homem pós-orgânico: A alquimia dos corpos e das almas à luz das tecnologias digitais.

https://www.contrapontoeditora.com.br/produto.php?id=3041

Redes ou paredes: A escola em tempos de dispersãoRio de Janeiro: Contraponto, 2012.

https://www.contrapontoeditora.com.br/produto.php?id=288

The online “addiction” as a malaise of the 21st century: From repression by the law to “free” unlimited stimulation

https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/00207578.2019.1702882?af=R&journalCode=ripa20&

The digitalization of life: A genealogy of the body-machine

https://www.pdcnet.org/du/content/du_2019_0029_0003_0093_0102

Você é o que Google diz que você é: A vida editável, entre controle e espetáculo.

https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/75091

Los cuerpos visibles en la contemporaneidad: De la purificación mediática a la explicitud artística.

http://www.kaypunku.com/index.php/kaypunku/article/view/119/157

O que é ser saudável? Entre publicidades modernas e contemporâneas .

http://revistas.pucsp.br/index.php/galaxia/article/view/25865/21218

O corpo como máquina: Da normalização à otimização. http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=120&id=1462

Autenticidade e performance: A construção de si como personagem visível. http://revistas.unisinos.br/index.php/fronteiras/article/view/fem.2015.173.09/4984 

A nudez auto-exposta na rede: Deslocamentos da obscenidade e da beleza? / 

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-83332015000100171&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt#B05

 La “pornificación” de la mirada: una genealogía del pecho desnudo. 

http://revistas.javeriana.edu.co/index.php/cma/article/view/9813

La intimidad como espectáculo

https://www.fce.com.ar/ar/libros/detalles.aspx?IDL=6311

Orientações em andamento

DOUTORADO

Ana Paula Oliveira Barros. “Os discursos acerca do corpo e da sexualidade da mulher nas HQs eróticas e as diferentes formas de resistência das quadrinistas mulheres ao discurso hegemônico”. 2018.

Angélica Fonseca Freitas. “We are young: o imperativo da juventude na sociedade do risco”. 2018.

Antoine Nicolad Gonod dArtemare. “Genealogia da luz: as instrumentalizações biopolíticas da luz”. 2020.

Camila Marins Silvestre. “’Vendendo a sanidade aos algoritmos’: Nem tudo é felicidade na vida performática dos influenciadores digitais. 2019.

Georgia Simonelly Nascimento Tribuzi. “Doutor(a) ‘instagramável’: o papel do Instagram na relação entre os especialistas em fertilidade e suas seguidoras”. 2022.

Lucas Bragança Da Fonseca. “Nude tour: autopornificação homoerótica em ciberorgias”. 2019.

Manuela Galindo. “Do self ao selfie: o autorretrato digital e a subjetividade contemporânea”. 2017.

Marcela Rochetti Arcoverde. “Corpos excluídos e excludentes: como a “cultura do cancelamento” contribui para o aumento da intolerância nas redes sociais digitais”. 2022.

Mariah Rafaela Cordeiro Gonzaga. “Zona de te(n)são: cisgeneridade como paradigma de subjetivação sexual”. 2019.

MESTRADO

Isabela Assumpção Martins Lima. “O imaginário fotográfico colonial em tempos de decolonialidade estética: remontagens, retratos e retratações na arte contemporânea brasileira”. 2021.

Thaís Arikita Uehara. “Imortalidade digital? Uma análise de roman bot e do avanço da inteligência artificial e as novas formas de comunicação pós morte”. 2021.

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