Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6712056969717022

CV resumido:

Professora do curso de Estudos de Mídia e da Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense, editora-chefe da revista Contracampo e Bolsista de Produtividade em Pesquisa 2 do CNPq. Doutora e mestre em comunicação pelo PPGCOM UFF, com doutorado-sanduíche realizado na McGill University. Graduada em Jornalismo pela UFPE e tem pós-doutorado em História realizado no Departamento de Pós-graduação em História da UERJ. É coordenadora do AnimaMídia, “Grupo de Pesquisa em Desenhos Animados” (https://pesquisaanimamidia.wordpress.com/), e uma das coordenadoras do TeleVisões “Núcleo de Pesquisa em Televisão e Novas Mídias” (https://congressotelevisoes.com.br/). Desenvolve pesquisa voltada para televisão e audiovisual, entretenimento e conteúdos audiovisuais direcionados a crianças. É autora de “A invenção do videoclipe: a história por trás da consolidação de um gênero audiovisual” (2016) e organizadora, junto com Mayka Castellano, de “TeleVisões: reflexões para além da TV” (2018).

Interesses de orientação

– Estudos e análise de produtos televisivos
– Desenhos Animados e animação
– Produtos audiovisuais infantis
– Produtos audiovisuais não-hegemônicos
– Circuitos comunicativos não centrais
– Audiovisual e cultura sonora

Projeto de pesquisa

Confinados e antenados: novos circuitos do audiovisual infantil brasileiro na pandemia
O objetivo do projeto é entender como o audiovisual infantil brasileiro tem se instituído globalmente no contexto pandêmico e pós-pandemia da COVID-19. Para tanto, a hipótese é de que, no âmbito dos conteúdos infantis, se por um lado as produtoras hegemônicas internacionais sofreram uma crise profunda vinculada ao contexto da pandemia, por outro lado a produção brasileira aumentou seu espraiamento global e seu capital simbólico nesse período, e isso tem relação tanto com o empoderamento dos países periféricos em um contexto geopolítico internacional quanto por causa da dinâmica de circulação audiovisual que países como o Brasil desenvolveram e mantiveram durante a pandemia. Como isso, minha aposta é de que o contexto pós-pandemia vai descortinar uma grande mudança no circuito comunicativo no audiovisual infantil no qual a produção brasileira ganhará mais visibilidade e força.

Publicações

LIVROS

HOLZBACH, A. D.; REIS, M. J. C. (Org.) . TeleVisões: reflexões para além da TV. 1. ed. Rio de Janeiro: E-Papers, 2018. v. 1. 210p .

HOLZBACH, A. D.. A invenção do videoclipe: a história por trás da consolidação de um gênero audiovisual. 1. ed. Curitiba: Appris, 2016. v. 1. 236p.

ARTIGOS CIENTÍFICOS

HOLZBACH, A. D. Galinha Pintadinha runs the world: a made-for-children Brazilian cartoon in the global flow of television content. Television & New Media, v. 1, p. 1-15, 2021.

HOLZBACH, A. D.; DORNELLES, W. S. Definição pela exclusão: apontamentos iniciais sobre os limites conceituais dos programas infantis. MÍDIA E COTIDIANO, v. 14, p. 117-132, 2020.

HOLZBACH, A. D.; NANTES, J. D.; FERREIRINHO, G. Existe espaço para as crianças na televisão! A presença da programação infantil na TV aberta mundial. COMUNICACAO, MIDIA E CONSUMO (ONLINE), v. 17, p. 244-267, 2020.

OLIVEIRA, T. M.; GROHMANN, R.; HOLZBACH, A. D.; TAVARES, C. E se os editores de revistas científicas parassem? A precarização do trabalho acadêmico para além da pandemia. REVISTA CONTRACAMPO, v. 39, p. 1-14, 2020.

HOLZBACH, A. D. Eles cresceram tão rápido: o Cartoon Network em diálogo com o desenho brasileiro Irmão do Jorel. MATRIZES (ONLINE), v. 13, p. 211-229, 2019.

Melo da Silva, C.; HOLZBACH, A. D. Espectatorialidade comentada no YouTube: um estudo comparado sobre a recepção de webséries. REVISTA GEMINIS, v. 9, p. 40-51, 2019.

HOLZBACH, A. D.Para pequenos grandes espectadores: a produção televisiva brasileira direcionada a crianças pequenas a partir do caso da Galinha Pintadinha. E-COMPÓS (BRASÍLIA), p. 1-22, 2018.

HOLZBACH, A. D. A categoria Video of the Year do VMA como construtora das convenções do videoclipe. REVISTA FAMECOS (ONLINE), v. 24, p. 24311, 2017.

HOLZBACH, A. D. A comida como chef de um formato televisivo: MasterChef Brasil versus MasterChef Colômbia. COMUNICACAO, MIDIA E CONSUMO (ONLINE), v. 14, p. 131, 2017.

SILVA, C. M.; HOLZBACH, A. D. Eles chegaram como uma bola de demolição: YouTube, spoofs e o videoclipe Wrecking Ball. Temática – Revista eletrônica de publicação mensal, v. 1, p. 97-113, 2017.

HOLZBACH, A. D. “Ôôhhh tempinho bom!”: Videoclipes no Youtube e a reconfiguração do rock nacional dos anos 80. Logos (UERJ. Impresso), v. 22, p. 36-53, 2015

CAPÍTULOS DE LIVROS

CAMPOS, C.; HOLZBACH, A. D.Internet e visibilidade: mapeamento de influenciadoras digitais negras e representatividade no YouTube. In: Jhessica Reia, Pedro Augusto P. Francisco, Bruna Castanheira de Freitas e Pedro N. Mizukami. (Org.). Da televisão ao YouTube: influenciadores, audiência e normas. 1ed.Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2021, v. 1, p. 105-124.

HOLZBACH, A. D.; MANA, P.Apontamentos iniciais sobre as versões audiovisuais do Sítio do Picapau Amarelo: panoramas de um universo cultural e narrativo. In: João Massarolo; Dario Mesquita. (Org.). Produção de conteúdo audiovisual multiplataforma. 1ed.São Paulo: Estação das Letras e Cores Editora, 2021, v. 1, p. 1-.

HOLZBACH, A. D.; DORNELLES, W. S. ; COSTA, J. Ariel pode ser negra? A representação racial na escolha da protagonista do filme A Pequena Sereia. In: Brenda Guedes; Bárbara Janiques de Carvalho. (Org.). Infâncias, juventudes e debates emergentes em comunicação. 1ed.São Paulo: Pimenta Cultural, 2020, v. 1, p. 219-241.

HOLZBACH, A. D. MTV and the Remediation of FM Radio. In: Morten Michelsen, Mads Krogh, Steen Kaargaard Nielsen, Iben Have. (Org.). Music Radio. 1ed.New York: Bloomsbury, 2018, v. , p. 1-2.

FALCÃO, T. ; HOLZBACH, A. D. É hora de aventura! Notas para uma discussão teórica acerca dos desenhos animados. In: Ariane Holzbach; Mayka Catellano. (Org.). TeleVisões: reflexões para além da TV. 1ed.: E-Papers, 2018, v. 1, p. 175-194.

DORNELLES, W. S. ; HOLZBACH, A. D. Representação negra nos desenhos animados no Brasil pós-colonial. In: Chalini Torquato Gonçalves de Barros; Fernanda Ariane Silva Carrera. (Org.). Mídia e Diversidade: caminhos para reflexão e resistência. 1ed.João Pessoa: Xeróca, 2018, v. 1, p. 411-430.

HOLZBACH, A. D.; VASCONCELLOS, R. R. É comida? O papel social dos suplementos alimentares. In: Marcelo Garson e Shirley Torquato. (Org.). Alimentação e Ciências Sociais: perspectivas contemporâneas. 1ed.Rio de Janeiro: Autografia Editora, 2018, v. 1, p. 1-16.

HOLZBACH, A. D.; SANTOS, M. ; EVANGELISTA, S. ; OLIVEIRA, T. . Heavy Metal X Funk: disputas de gênero na cultura pop a partir do canal Mamilos Molengas. In: Simone Pereira de Sá; Rodrigo Carreiro; Rogerio Ferraz. (Org.). Cultura pop. 1ed.Salvador: EDUFBA, 2015, v. , p. 131-150.

Orientações em andamento

Mestrado
Claudio José Silva Lima Junior. “Disputas de narrativas: outros olhares para as representações das masculinidades negras”. (2021)
Igor Nunes Campos. “O processo de criação da teledramaturgia guiado pelos índices do ibope. Representação social e identidade”. (2020)
Isabella Verran Pimentel. “O Ativismo Estético no Trabalho do Diretor Felipe Sassi: Resgate da Imagem Periférica Através do Potencial de Identificação”. (2022)
Izabel Dos Anjos Raphael. “De Michael Jackson a Anitta – a representação das favelas cariocas nos videoclipes”. (2020)
Pedro Henrique Alves Silva. “Como um passeio na montanha-russa: um estudo dos seriados norte-americanos infanto-juvenis de terror da década de 1990”. (2020)

Doutorado
Arthur Felipe de Oliveira Fiel. “DESVENDANDO SEUS ENCANTOS –análise da evolução estético-narrativa nos conteúdos audiovisuais infantis”. (2021)
Cristiane Cardoso Campos. “A Estética do Oprimido negra como processo de criação e produção de sentido do coletivo Siyanda de cinema negro”. (2020)
Jackeline da Costa. “Disputas narrativas: ancestralidade e mercado nos desenhos animados infantis”. (2022)
Joelton Barboza da Silva. “A construção da identidade do jovem através do consumo de séries e telenovelas”. (2021)
Pedro Cezar Duarte Guimarães. “Instagram e o arquivo audiovisual analógico: adaptações, memória e desafios do caso Fundação Arquivo Nacional”. (2021)
Wagner Dos Santos Dornelles. “Monumentos do futuro: Censura no conteúdo infantil pelo uso das telas”. (2019)

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